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Agrupamento de Escolas de Montijo

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Bartolomeu de Gusmão

O Inventor da Passarola

Sabias que?

Bartolomeu de Gusmão é considerado um percursor da aeronáutica sendo dos primeiros a provar a possibilidade de criar engenhos com capacidade para voar?

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Pois é! O Padre Bartolomeu de Gusmão acreditava que podia voar!

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Em 1709, o cognominado Padre Voador fez subir ao céu, perante a admiração de toda a corte e do povo de Lisboa, um balão de ar quente.

O balão “voador” voou   cerca de 1Km…e, ficou conhecido por “passarola”?

Esse projeto tinha sido financiado pelo próprio rei D. João V?

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Durante a segunda metade do século XVIII difundiu-se a ideia de que o próprio Bartolomeu de Gusmão teria efetuado um voo num aeróstato por ele construído, entre o Castelo de S. Jorge e o Terreiro do Paço, mas trata-se de uma lenda.

Certo é que Bartolomeu de Gusmão foi um padre jesuíta com planos para construir uma máquina voadora.

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Escravatura no Séc. XVIII

O que foi?

Sabias que:

A riqueza criada pelo açúcar e pela exploração do ouro levou a um aumento de mão de obra escrava no Brasil nunca antes visto.

Inicialmente, recorreu-se à população indígena (Índios), mas como esta recusava trabalhar ou adoecia facilmente, os portugueses passaram a usar escravos vindos de África. Estes escravos eram capturados no interior do continente africano pelos europeus ou vendidos por tribos rivais, em mercados junto ao litoral. 

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Depois, eram transportados em condições desumanas nos navios negreiros, como descreve um viajante florentino: “Faz dó ver como os trazem empilhados na coberta dos navios, mal alimentados, amarrados uns aos outros”.

Nem todos os escravos resistiam a estas longas viagens e acabavam por morrer devido à falta de alimentos, de higiene e às elevadas temperaturas.

Chegados ao Brasil, os que resistiam eram vendidos em mercados, como animais. Uma vez em terra, metem-nos num local onde, quem os quer comprar vai lá ver: examina-lhes a boca, obriga-os a fazer determinados gestos… o preço da compra varia…

Os escravos trabalhavam nos engenhos de açúcar, nas minas e nas plantações, horas a fio, sem quaisquer direitos e privilégios, a troco de comida e habitação. Quando tentavam fugir ou desobedeciam, eram chicoteados. Ninguém protegia os escravos, a não ser a Igreja, sobretudo os Jesuítas, Ordem Religiosa que os tentava defender dos abusos dos seus donos.

Todos os escravos eram agrupados nas grandes senzalas, que serviam de morada enquanto estavam sob o domínio do senhor de engenho ou fazendeiro. A libertação dos escravos só era dada a título excecional através de um documento: A Carta de Alforria.

Por um período superior a 300 anos, o Brasil foi o destino de 4,5 milhões de negros trazidos do continente africano.

Para que tudo terminasse, muito tempo correu…

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Até lá, os escravos usavam estratégias requintadas para se manifestarem. Uma dessas estratégias era a utilização de uma flor: camélia branca. 

A camélia branca representa o símbolo da liberdade e dos abolocionistas (aqueles que queriam abolir) brasileiros.

Os abolocionistas usavam uma camélia branca na lapela do paletó (casaco) e plantavam pés de camélias nos jardins das suas casas.

No dia 13 de maio de 1888 foi assinada a Lei Áurea pela Princesa Isabel de Bragança.

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Nesse dia, um domingo, dia comemorativo do nascimento de D. João VI, foi assinada pela sua bisneta a Princesa Dona Isabel de Bragança, e Rodrigo Augusto da Silva a lei que aboliu a escravatura no Brasil!

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